quarta-feira, 20 de abril de 2011

O mau das emissoras

Todo dia, ouvimos falar de tragédias, acidentes e fatalidades que vem ocorrendo no Brasil e no mundo, isso se dá através de inúmeros meios de comunicação como por exemplo o computador, a televisão, o celular, etc. Até aqui tudo bem, o problema é como cada fato chega até nós e que dimensões ganham antes de tomarmos conhecimento; essas últimas características citadas estão relacionadas simples e unicamente às emissoras, jornais, revistas eletrônicas, entre outras.

A realidade, é que se nós não possuirmos um senso crítico próprio, acabamos por aceitar tudo aquilo que nos falam, como verdadeiro. Os telejornais que muitos de nós acompanhamos, nem sempre nos passam a informação correta, ou às vezes até passam, só que de um ponto de vista diferente, ou melhor dizendo, de um ponto de vista que lhes convém , dando-nos uma interpretação já pronta dos fatos, o que nos faz pensar e refletir cada vez menos.

Outro ponto que me deixa particularmente irritado nas diversas emissoras existentes é a forma como elas exploram até o fim, certo acontecimentos. Essas explorações, algumas vezes, ultrapassam os limites, como por exemplo, no caso de Ralengo, onde um repórter de determinada emissora, entrevistava uma criança, fazendo-lhe perguntas nada confortáveis, forçando a garota a lembrar-se de cenas que eram desagradáveis até de ouvir, imagine de relatar com riqueza de detalhes.

Por favor, não pensem que sou totalmente contra os jornais e os repórteres, muito pelo contrário, penso que os noticiários são de extrema importância para toda e qualquer pessoa, porém algumas vezes, não concordo com certas atitudes por elas tomadas.

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